
Hoje acordei diferente, sabe?! Acordei gostando mais de mim, mais da minha vida…. Mais do que qualquer outra pessoa…. Acordei confiando mais no Deus que rege a minha vida… Ao contemplar os raios do sol, percebi que mágoas em nossas vidas, são inevitáveis…. Muitas vezes a gente vai chorar, com ou sem motivo e principalmente essas lágrimas sairão porque você não consegue entender atitudes e visão de algumas pessoas em relação à você….. Você quer ser aceito, da forma que é, e quando isso não acontece, você desanima….. Mas o que isso importa?! Você é perfeito aos olhos de Deus mesmo sendo tão falho…. Ele te dá uma nova chance a cada despertar seu sabendo que podes errar…. Ele não desiste…. E por que eu deveria desistir?! - Sim, me fiz essa pergunta pela manhã e vi o Sol saindo meio envergonhado por entre as nuvens e agradeci mais um dia de vida, sendo perfeita e saudável…. NÃO POSSO DESISTIR! Não posso deixar que qualquer coisa mínima ou qualquer pessoa me deixe abalada…. Eu preciso viver! E sabe com quem?! Com pessoas que me façam feliz, que me ajudem realmente quando eu precisar, com gente que dê tudo que pode pra me ajudar, sem esperar nada em troca… De gente que me diga EU TE AMO e não esperar que eu diga: EU TAMBÉM…. Preciso de gente que me conheça de verdade e que aceite os meus erros…. E sabe pq eles aceitam meus erros?! Pq são as pessoas que realmente valem a pena ter perto de mim, que se chamam de amigos! A vida é minha, a conclusão são de muitos que me observam… Eu sou aquilo pelo que sou, pelo que plantei e pelo que colhi e não pelo que meia dúzia de pessoas sem ter nada pra fazer, vão falar de mim! Guardei minhas tristezas numa gaveta e tranquei à sete chaves…. Hoje eu quero ser feliz! E as pessoas que não gostam de mim, ou que querem me ver mal….. Bom, essas pessoas sempre vão existir nas nossas vidas, assim como é inevitável uma rosa linda nascer com espinhos afiados, porém, cabe à nós aprendermos a viver com isso, sem deixar jamais de sorrir e exalar o brilho aos olhos de quem nos vê! - (Escrito Por mim mesma)
Por Maria Clara Braslauskas

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